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Tive vontade de sentar na calçada da Rua Augusta e chorar, mas preferi entrar numa livraria, comprar um caderno lindo e anotar sonhos. |
(via vozda-escuridao)
(Source: youranonnewsbrazil, via leves-epifanias)
Alma.
Cê demorava: Ela entendia
Falava: Ela acreditava
Explicava: Ela ouvia
Zuava: Ela perdoava
Chegava: Ela sorria
Fingia: Tava brava, mas só queria tua companhia.
Tua alma fria matou o que ela tinha no coração.
- Abre essa porta, que direito você tem de me privar esse castelo que eu construí pra te guardar de todo mal? Desse universo que eu desenhei pra nós. Abre essa porta, não se faz de morta, diz o que é que foi. Já que eu armei tudo pra ti, já que eu cerquei tudo ao redor. Abre essa porta, vai, por favor… Que eu sou teu homem, viu?
- Cala esta boca que isso é coisa pouca perto do que passei.
Eu que lavei os seus lençóis sujos de tantas outras paixões, que ignorei as outras muitas, muitas. Vai, depois liga, diz pra sua irmã passar que eu vou mandar tudo que é seu que tem aqui, tudo que eu não quero guardar. Que é pra esquecer de uma só vez que este castelo só me prendeu, viu?
Mas o universo hoje se expandiu e aqui de dentro a porta se abriu.
(Source: asas-para-voar, via cher-la-vie)
(Source: borneomodofoker, via amoremdoseselevadas)
só queria ver a cara de quem chamou ela de gorda um dia…
Não direi:
Que o silêncio me sufoca e amordaça.
Calado estou, calado ficarei,
Pois que a língua que falo é de outra raça.
Palavras...
”